Heaven & Hell – Brasília – E Tony Iommi criou o heavy metal…

Por Maurício Angelo on mai 14, 2009 em Destaques, Reviews de Shows8 comments

Se você quer realmente conhecer algo, vá direto à fonte. No caso do metal, filho bastardo, esta paternidade é fruto direto da mente e das mãos de Tony Iommi. Esqueça este papo de que “heavy metal” foi um termo usado pela primeira vez para designar “Born To Be Wild”, do Steppenwolf – e realmente foi. Que Blue Cheer e Iron Butterfly teriam sido os pioneiros. Que o Zeppelin contribuiu com algo. Tudo isto é verdade. Mas qualquer asno é capaz de compreender a brutal diferença entre todas estas bandas e o Black Sabbath. Basta ouvi-las. Não há nenhuma dúvida de que a gênese do estilo, musical, icônica, lírica e esteticamente falando, surgiu do Sabbath.

A banda, o álbum, a música. Número 01 do disco de estreia. Lançado em 1970. Está ali (e em diante) tudo que o metal é e se tornou. E toda a influência na música desde então. De Ministry e Nine Inch Nails a Muse e Queens Of The Stone Age, passando por Faith No More, Nirvana, Pixies e Living Colour, para não citar milhares de outros nomes, todos devem um pouco ao Black Sabbath. Tony Iommi influenciou não só seus descendentes diretos (NWOBHM, thrash, death, etc) como boa parte da cena pop, eletrônica e derivados. Até hoje. Música pesada, ou não, a influência (e reverência) ao Sabbath pode ser sentida nitidamente em dezenas de bandas. Iommi como o principal, por ter definido os timbres, os tons, riffs, solos, harmonia, estrutura, etc. Mas muito do estilo do baixo de Geezer Butler, da bateria de Bill Ward e do vocal de Ozzy reverberam por aí há 40 anos.

Assim sendo, pouco importa se você é um indie hardcore, um mpb freak ou um metido a entendido de jazz. Pouco importa se você simplesmente não gosta ou tem má vontade (e preconceito) com o metal. Se o máximo de opinião que você consegue emitir é cair naquela vala comum, e fácil, de acusá-los de serem 4 velhos se arrastando no palco afim de garantir uma aposentadoria ainda mais gorda. Para tanto, basta que você seja uma besta completa em termos musicais. E que, obviamente, não tenha visto nenhum show deles. Não se trata de nostalgia ou ignorar o presente. Pelo contrário. Há muitos nomes bons e criativos fazendo música que vale a pena ser ouvida em todos os estilos possíveis neste momento. E possivelmente sempre existirá.

Mas, como dito lá em cima, se você quer ter contato com o que realmente importa, vá direto no original. Depois do be-a-bá, você pode gastar tempo com outras coisas.

O Black Sabbath, sob a alcunha de Heaven & Hell, para simbolizar a era Dio (e termos contratuais), fez um show não menos que espetacular em Brasília. Difícil esperar algo menor desses caras. A banda, com Vinnie Appice na bateria (em lugar de Bill Ward) e com, obviamente, Iommi na guitarra e Butler no baixo, toca com a fluidez e a competência de quem tem 4 décadas de carreira nas costas. É assustador constatar como Ronnie James Dio, com seus 1,60 de altura e 67 anos de idade (!!!!), canta absurdamente bem. Límpido, cristalino, com punch e interpretação. Praticamente não falha. Das notas mais altas às mais graves. Literalmente, faz o diabo. Um monstro. Canta tão bem, e até melhor, que em estúdio. Já vi muitos vocalistas consagrados ao vivo. E Dio talvez tenha sido o mais impressionante deles. Repito: com seus quase 70 anos de idade, for christ`s sake! O mínimo que você deve ter é respeito.

E se Iommi criou a essência do que chamamos de heavy metal, é atribuído a Dio a popularização do gesto chamado de “cornuto”, “horns up” ou simplesmente os tradicionais chifrinhos com as mãos que todo mundo já deve ter feito alguma vez na vida.

Com exceção de Heaven & Hell (o álbum), de 1980, uma das mais perfeitas obras da história do metal, nunca fui um grande admirador da “fase Dio” do Sabbath. Eles nunca conseguiram atingir o mesmo nível da estreia. Apesar de muitas músicas excelentes que, pinçadas cuidadosamente, formam o set list de um concerto histórico. E as faixas recém lançadas em “The Devil You Know”, primeiro álbum totalmente inédito em 14 anos , mostraram enorme potencial. “Fear”, “Bible Black” e “Follow The Tears” sinalizam uma obra que, possivelmente, é a melhor da banda desde o próprio “Heaven & Hell”.


Nada mal para um grupo renascer com um álbum do mesmo nível do maior clássico da sua segunda fase 30 anos depois. E sorte de quem assistiu.

O predomínio de Iommi sob o que faz é tão grande que, não satisfeito em definir todo um capítulo da música do século XX com os oito álbuns lançados entre 70 e 78, “H&H” foi, também, a fonte de tudo que se tornaria o heavy metal de 1980 em diante. De bom e de ruim. A estreia de Dio trouxe uma sonoridade basicamente mais melódica e mais veloz. Menos soturna, menos grave. As letras tomaram o rumo mitológico e fantasioso tão adorado pelo baixinho. Daí em diante, de todos aqueles grupos surgidos na “Nova Onda do Heavy Metal Britânico”, como Iron Maiden, Judas Priest, e Saxon até as bandas estadunidenses (e muitas, muitas outras), seguiram a cartilha de “Heaven & Hell”. Tá tudo lá. E alguns fizeram a lição muito bem.

Felizmente, o fiasco de público que se esperava para o show não se confirmou. Os ingressos, de R$ 50 a R$ 300, saíram principalmente na última semana. E algo em torno de 10 mil pessoas compareceram ao Nilson Nelson. Aqui há que se ressaltar uma coisa: ginásio nenhum é lugar adequado para show. Coisas do nosso país, onde muitas cidades não tem um espaço decente, com infra-estrutura, para suportar shows de médio porte. E acaba sobrando para os ginásios. Sempre de acústica medonha, ecos e reverberações infinitas. Nas primeiras músicas era difícil ouvir a guitarra de Iommi e a voz de Dio. Sem contar a cozinha embolada. Com os ajustes, as coisas melhoraram bastante, ficando dentro do máximo de qualidade possível.

Fora isto, o show transcorreu sem maiores problemas. O público se dividiu entre a resposta enérgica e a estupefação. Mesclando faixas de “Mob Rules”, “Dehumanizer”, “The Devil You Know” e “Heaven & Hell”, com óbvio destaque para o último, a banda – na verdade uma instituição – faz tudo que dela se espera. E vai além. Sinceramente, Iommi vale por boa parte dos guitarristas que já vi ao vivo juntos. É ele, afinal, quem todos tentam imitar. E nunca conseguem. Nem irão. Genialidade não se aprende.

O encore final, com “Die Young”, “Heaven & Hell” em sua tradicional versão extendida e o medley de “Country Girl” e “Neon Knights” foi especialmente soberbo – e qualquer hiperlativo que você quiser adicionar aqui.

Poucas vezes uma hora e meia passa tão rápido. Nada que tire o prazer de ver a história acontecendo. E ser parte dela.

Set List:

E5150 (Mob Rules, 1981)

Mob Rules (Mob Rules, 1981)

Children of the Sea (Heaven & Hell, 1980)

I (Dehumanizer, 1992)

Bible Black (The Devil You Know, 2009)

Time Machine (Dehumanizer, 1992)

Drum Solo (Vinnie Appice)

Fear (The Devil You Know, 2009)

Falling off the Edge of the World (Mob Rules, 1981)

Follow the Tears (The Devil You Know, 2009)

Die Young (Heaven & Hell, 1980)

Heaven & Hell – extended - (Heaven & Hell, 1980)

Country Girl / Neon Knights (encore) (Mob Rules, 1981 e Heaven & Hell, 1980)

Fotos da tour retiradas do site oficial da banda.


Galeria de fotos abaixo formada com imagens feitas pelo público, disponibilizadas na comunidade Heaven & Hell BSB no orkut. Agradecimentos aos membros Babi, Renato, Mateus, Gabriel, Alves, Deivid e Rodrigo.



Avaliação da banda álbum a álbum na fase Dio:

Heaven & Hell (1980) - *****

Mob Rules (1981) - ***1/2

Live Evil (1982) - ***1/2

Dehumanizer (1992) - ***

The Dio Years (2007, coletânea, avaliando só as três faixas inéditas) - **1/2

Live At Hammersmith Odeon (2007) - ****

The Devil You Know (2009) - ****

Show - ****1/2

Podcast especial abordando toda a carreira da banda:

 

Vídeos do show em Brasília por CovaRaza, Claudio Paes, Beto e Vatel.

Outros vídeos do Heaven & Hell:


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8 comments

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  1. É Inexplicável!! ver lendas como Dio,Vinny Appice,Tony Iommi e Geezer Butler fazendo a historia do rock a poucos metros de voce..

  2. Sensacional… Pena eles não terem passado por Porto Alegre também…

  3. Esse texto é um Show de devaneios do autor. O cara tenta reescrever a históra na cara de pau.
    Por partes o show de erros:
    “Esqueça este papo de que “heavy metal” foi um termo usado pela primeira vez para designar “Born To Be Wild”, do Steppenwolf – e realmente foi. Que Blue Cheer e Iron Butterfly teriam sido os pioneiros. Que o Zeppelin contribuiu com algo. Tudo isto é verdade. Mas qualquer asno é capaz de compreender a brutal diferença entre todas estas bandas e o Black Sabbath. Basta ouvi-las. Não há nenhuma dúvida de que a gênese do estilo, musical, icônica, lírica e esteticamente falando, surgiu do Sabbath.”

    Atribuir a paternidade do heavy metal somente ao Sabbath é no mínimo desconhecer a essência do metal e a história do mesmo. Só pra citar um exemplo de vários; a Kerrang inglesa que tá aí cobrindo metal há mais de 30 anos na capa de FEVEREIRO DE 2009 mostra: Led Zeppelin e a criação do heavy metal. O filme some kind of monster mostra o pai de Lars Ulrich explicando a importância do Zeppelin no surgimento do metal e um “renomado blogueiro” passa por cima da HISTÓRIA atendendo seus desejos exclusivos de fanático, querendo se fazer de inteligente. SUPRIME importantes BANDAS DE METAL COMO: MOUNTAIN, DEEP PURPLE, CREAM, STEPPENWOLF, BLUE CHEER E LED ZEPPELIN. O allmusic que é a biblioteca da música e tem respaldo lá fora mostra que o Sabbath não criou metal coisa alguma e no entanto, tupiniquins deslumbrados reescrevem e repaginam a história tentando diminuir a importância de um Steppenwolf. Sabbath não seria nada sem Hendrix Experience, Blue Cheer, Cream e Led Zeppelin. O metal nem existiria sem tais bandas. Pelo texto percebe-se que o autor não sabe o que é heavy metal pois se atem a detalhes tipo letras, roupas. Isso é metonímia, tomar a parte pelo todo metal não é letra, nem estética, nem roupa preta. Fala com discurso de autoridade bobagens colossais do tipo: “Não há nenhuma dúvida de que a gênese do estilo, musical, icônica, lírica e esteticamente falando, surgiu do Sabbath.”

    A biografia de Tony Iommi diz em palavras garrafais: Iommi é o pai do heavy metal AO LADO DE JIMMY PAGE. A biografia também não muito honesta ao suprimir outros pais, querendo dizer que só Page e Iommi criaram o heavy metal. os discos importados do Black Sabbath I, master of realityy e never say die citam o Led Zeppelim como criadores do metal. Se os discos do sabbath que circulam o globo afirmam isso eu deveria acreditar num blogueiro que dimnuí bandas ou no que é autorizado pelo proprio sabbath?

    Led zeppelin não contribuíu com algo, contribuiu com muita coisa, muito mais do que seu texto leva a crer, ele deu as bases do mesmo, Blue Cheer, Cream e Steppenwolf idem, renegar a primeira geração do metal beira a piada. E percebe-se que vc é de brasília pela sua ignorância e arrogância.

    Outros devaneios: Citar o Nine Inch Nails. As maiores influências do Nails segundo Trent Reznor são Led Zeppelin e Deep Purple, ele nunca sequer citou Sabbath e nem sequer se ouve nada de sabbath no metal industrial do NIN. O Living Colour cita o Led Zeppelin e não há um riff que lembre sabbath no metal alternativo do Living Colour

    Faith No More, tirando o guitarrista despedido que realmente era fã de sabbath, é outro pésismo exemplo. Mike Patton o vocalista sempre disse preferir Commodors a Black sabbath, Patton foi categórico ao afirmar que nem gosta de sabbath. As influências do FNM são tão diversas que citar somente Sabbath beira o desconhecimento completo da carreira desse ícone do metal alternativo.

    Pixies??? Essa foi prar rir… Pixies influenciado por Sabbath uahuahauhauahuahauha.

    “Tony Iommi influenciou não só seus descendentes diretos (NWOBHM, thrash, death, etc) como boa parte da cena pop, eletrônica e derivados. Até hoje. Música pesada, ou não, a influência (e reverência) ao Sabbath pode ser sentida nitidamente em dezenas de bandas. Iommi como o principal, por ter definido os timbres, os tons, riffs, solos, harmonia, estrutura, etc.”

    Essa é outra pra chorar de rir. A banda que mais influenciou o thrash metal se chama Motorhead e só um analfabeto musical não saberia disso. Música eletrônica e sabbath? Já ouviu falar de Kraftwerk, New Order, Roni Size? Eles nã tem nada de sabbath e são os maiores ícones da musíca eletrônica.

    Voltando ao thrash metal o Dave Mustaine do Megadeth banda canônica de thrash afirma que sua maior influência é o Led Zeppelin em várias entrevistas que um youtube da vida pode confirmar. O Slayer outro ícone do thrash, os membros Dave Lombardo, Jeff Hanneman e Tom Araya citam Motorhead, Led Zeppelin, iron maiden, judas priest e Black sabbath. A conjunção “E” significa que sabbath também é influência, mas não é unicamente “A” influência. O Robert Trujillo do Metallica que já tocou com Ozzy diz que sua maior influência é o Led Zeppelin, o Kirk Hammet cita várias incluindo Zepp. O Próprio Ozzy cita o Led Zeppelin como forte influência, Iommi tb já o fez. James Hetfield do Metallica citou Steppenwolf e Deep Purple antes de entrar o rock and roll hall of fame como bandas que deviam entrar pro rock and roll hall of fame devido a sua contribuição dentro do metal.

    “timbres, os tons, riffs, solos, harmonia,” cara não viaja o thrash metal foi totalmente influenciado por timbres, os tons, riffs, solos, harmonia, do Motorhead e a técnica e harmonia do iron maiden. Iommi influenciou fortemente somente o Doom metal, o Death metal, de resto a coisa é bem dividaida ó “estudioso”.

    Todo baterista que toca pesado se influência por John Bohan do Zeppelin. As bandas de metal alternativo e metal industrial tem várias influências diversas e poucas citam sabbath. Cara quando for escrever um texto sério que queira ser respeitado não diminua bandas canônicas do gênero. Nenhum deslumbrado escreveria sobre rock progressivo citando somente Pink Floyd e dizendo: Yes e King Crimson não são relevantes pro progressivo. Ou sobre o Punk dizendo que sex pistols e The Clash não foram nada só vale Ramones. Ninguém teria coragem de escrever sobre rock and roll dizendo: ouçam só Elvis, esqueçam Bill Halley, Chuck Berry e Little Richard.

    Cara pra se anltecer uma banda cheia de qualidades como Sabbath/heaven and hell vc não precisa diminuir as outras, quem é bom sempre terá reconhecimento e espaço. Vc nem parece fã da fase Dio. A história do início do metal é marcada pelo sabbath, mas jamais somente por eles.

    Na sua ânsia de se sair “cool” e entendido vc demonstrou ser um neófito no assunto HEAVY METAL. Se sua intenção era ressaltas as diversas qualidades do Black Sabbath - que é uma excelente banda, vc deveria fazer isso sem diminuir a importância das demais bandas de primeira geração do metal. Ao tentar resumir a criação do metal a somente Sabbath vc smostrou ser um fanático e neófito. Típico de quem coloca banca em brasília.

  4. Olá Sr. Desconhecido Covarde Sem Nome e Sem Rosto,

    Não sei porque perco meu tempo respondendo comentários que não valem nem o espaço que ocupam.

    Mas vamos lá.

    Primeiro, não sou de Brasília. Sou capixaba, morei muitos anos em Belo Horizonte e agora vivo aqui. Portanto os seus argumentos preconceituosos ou sem qualquer base sobre os brasilienses, mesmo que eu fosse, não colam.

    Vê-se que vc sabe o be-a-bá da música muito mal.

    Sobretudo, compreendo que SABER LER, de fato, é um negócio muito complicado e exige uma interpretação intelectual apurada, que não parece ser o caso.

    MINHA TESE, MINHA colocação é a seguinte: QUALQUER BANDA que toque música pesada, QUERENDO OU NÃO, GOSTANDO OU NÃO, ADMITINDO OU NÃO, foi influenciada pelo Sabbath.

    É ÓBVIO, como JÁ DITO no texto, que Zeppelin, Cream, Iron Butterfly, etc, etc, etc, contribuíram, MUITO, para a formação do “metal”. MAS, como, novamente, JÁ FOI DITO, basta ouvir o primeiro do Sabbath e a discografia de todas estas bandas para perceber a diferença EVIDENTE.

    Se você gosta de falar em arrogância, que é como a sua cabeça parece entender, na melhor das hipóteses, deveria dizer que já li muito mais coisa do que vc provavelmente supõe que existe ou vai chegar a ler, já presenciei shows internacionais de várias bandas de n estilos diferentes (metal, pop, eletronico, jazz, etc, etc), já ouvi a discografia COMPLETA DE TODAS AS BANDAS CITADAS várias vezes, e de n outras, já entrevistei e escrevi sobre muita coisa também. Então, com toda a humildade do mundo, acho que tenho o mínimo de propriedade para escrever sobre o que eu escrevo.

    Sobre o que eu não tenho condição de escrever, e são MILHÕES DE COISAS, eu simplesmente não escrevo.

    Levando o assunto a fundo, até Wagner influenciou o metal. Você deve ter feito a lição de casa e assistido o Headbanger`s Journey. Pois é. A intenção do review não era e nunca foi contar TODA a história do metal. Não tenho essa pretensão e quem se interessa deve fazê-lo por si mesmo. Ou seja, ir atrás das informações e principalmente ouvir as milhares de bandas.

    Vê-se que você possui conhecimento muito limitado, citando o básico do básico do básico. Não se preocupe, com muito esforço e dedicação, quem sabe, daqui a 10 anos sua cultura musical pode se expandir consideravelmente, para muito além das fronteiras do metal.

    No mais, recomendo os fóruns do Whiplash, site que amo e que escrevo há mais de 6 anos, mas que infelizmente tem nos seus fóruns exemplos infinitos de estupidez humana. Lá você pode encontrar gente que vai adorar levar essa discussão adiante contigo para o resto da vida.

    No mais, encerro minha resposta a você por aqui.

    Boa sorte!

  5. O autor do texto está certo em sua resenha. Não é preciso que qualquer pessoa do mundo que faça música pop tenha escutado os Beatles, mas ainda assim foram influenciados por eles. Até porque as referências destes caras seguramente vieram dos Beatles. A mesma coisa com o Black Sabbath. Não é necessário pra quem faz Metal ter ouvido o Black Sabbath pra ter sido influenciado por ele, porque as referências deles já o foram, e a música do Black Sabbath permeia todo o metal, não importando a subdivisão (Trash, Death, etc). É verdade que outras bandas fizeram música pesada antes do Sabbath, seja Hendrix, Led Zeppelin, Deep Purple, mas da temática ao receituário - letras sombrias, com temática ocultista EXPLÍCITA, riffs pentatônicos baseados em Power chords de doi dedos - é claro que quem forneceu a receita foi o black Sabbath. As outras fizeram? claro que fizeram m´pusicas pesadas. Mas o Black Sabbath botou tudo num contexto próprio e foi um divisor. E se vc perguntar, Eric Clapton e os integrantes do Cream discordam veementemente que fizeram rock.
    E o imbecil que escreveu a crítica é realmente o tipo de idiota preconceituoso que julga pessoas pelo local onde vivem. Ele não deve saber que não existe nenhum congressista brasileiro nascido em Brasília. Não deve saber que esse tipo de atitude não torna o mundo melhor. Pessoas desse tipo é que formam grupos como o Skinheads. Faça um favor ao mundo, pegue uma corda e se enforque.

  6. Otima resenha mauricio ta de parabens!! E ao idiota preconceituoso do critico APRENDA A LER antes de vir aqui postar uma critica de merda dessa!!

  7. [...] a passagem do Heaven & Hell por terras brasileiras, preparei um podcast especial dando uma geral na carreira do [...]

  8. [...] excelente “The Devil You Know”, ano passado, que tive o prazer de conferir. Na resenha, publicada aqui na Movin’, disse sobre Dio: “É assustador constatar como Ronnie James Dio, com seus 1,60 de altura e 67 anos de idade [...]

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