Obrigatórios: Martinho da Vila

martinho

Estreando a seção “” aqui na Movin’ Up, um dos sambistas que mais aprecio: Martinho da Vila. Para os leigos, parece-me que Martinho é subestimado, tratado com muito menos carinho, respeito e admiração do que merece. Só pelo seu álbum de estréia, em 1969, auto-intitulado, já merecia espaço irrevogável no hall de maiores artistas da MPB. “Casa de Bamba”, “Quem é Do Mar Não Enjoa”, “Tom Maior” e “Prá Que Dinheiro”, num único álbum, é coisa pra poucos.

A voz gostosa e macia, o enorme talento em compor sambas aparentemente simples que no entanto carregam o melhor DNA da música negra e brasileira ainda produziria outros clássicos como “Segure Tudo”, “Mulheres”, “Disritmia” – uma de minhas prediletas – “Batucada”, “Pelo Telefone” e um sem número de músicas literalmente obrigatórias.

Meu tributo eterno ao mestre, responsável por tantos momentos maravilhosos:

Jornalista. Desde 2003, escreve para dezenas de sites e revistas sobre música, cinema, literatura, economia e outros assuntos. É assessor de imprensa e desenvolveu projetos para organizações públicas e privadas, incluindo Tesouro Nacional, CNTE, CGDC, HSM Management, AES Brasil, FIEMG, Mundo FIAT, FSB Comunicações, Votorantim Metais, entre outros. Assina também o blog Crimideia e o tumblr Lobo da Estepe. Fundou a Movin' Up em 2008.

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