Wry faz show com sua formação clássica e promete retrospectiva da carreira

Após uma temporada de 7 anos em Londres, em março de 2009, o Wry desembarca no Brasil com dois álbuns inéditos na bagabem, cantando em português e com um novo baterista em sua formação: André Barbosa, que para surpresa dos fãs mais antigos, substitui Renato Bizar (a frente das baquetas do Wry durante 12 anos). Além dos dois álbuns, trazem um outro, só de covers de bandas indie nacionais que os influenciaram durante os anos.
Poucos meses e alguns shows depois, Chokito, o baixista decide retornar a Londres, William, agente da banda, assume o baixo.
Mais alguns shows e Renato Bizar retorna a seu posto na banda e a agenda se intensifica. Ainda no ano de 2009, partem para uma turnê independente carregando quase 1 tonelada de equipamentos de som e luz, que passa por 6 estados brasileiros divulgando o álbum She Science.
No último trimestre de 2009 decidem dar uma pausa para avaliar a turnê, rever os amigos e preparar o lançamento dos outros dois álbuns gravados em Londres: The Long-term Memory of an Experience e o National Indie Hits. Agora os planos mudaram.
Neste sábado dia 29 de maio de 2010, o Wry volta ao palco, aproveitando o retorno ao Brasil do baixista Chokito. Mas o show não pretende dar o pontapé inicial da turnê de lançamento dos aguardados próximos trabalhos da banda.
Para esta apresentação o Wry prepara um repertório especial, revisitando os 16 anos de carreira e os 7 álbuns/EPs realizados.
Mas essa retrospectiva tem um motivo bastante específico. Provavelmente este será o último show da banda, pelo menos é oque diz Mário Bross:
“Para dar esse tempo com volta indeterminada, tivemos vários motivos: O primeiro deles é o sucesso que o Asteroid - bar que eu e o Lu Marcello abrimos em Sorocaba, junto com o Jon e William da equipe do Wry. Segundo é fato de que o Wry possui um estrutura grande de palco nos shows, então talvez precisassemos ser mais conhecidos ou ter mais dinheiro para poder realizar turnês como sempre fizemos e continuar.”
O show acontece exatamente no Asteroid, a menina dos olhos da banda, e não é pra menos: além da estrutura impecável de som que a casa oferece, em apenas sete meses de existência o Asteroid é um dos bares, fora das capitais, que mais concentrou atrações importantes da cena independente brasileira e de outras vertentes músicais, além de referência para a cena local. Passaram por lá Cidadão Instigado, Móveis Coloniais de Acaju, Jupiter Maçã, BNegão, Emicida, Black Drawing Chalks, Romulo Fróes, Cerebro Eletrônico, Macaco Bong, Daniel Peixoto, Bryan Gee (UK), Emicida, Patife, Filó Machado, Charme Chulo, Copacabana Club, The Name, entre outros, que podem ser conferidos na agenda do bar (http://asteroid.art.br).
Então, neste sábado é a oportunidade para ver mais uma vez o Wry no palco, tocando seus hits, com sua formação original, celebrando 16 anos de estrada e ainda aproveitar para conhecer o Asteroid, o novo projeto dessa banda seminal do rock independente brasileiro, que com poucos meses de existência já está se tornando referência para músicos e público.
Dia 24 de junho de 2010, 16 anos exactos após o primeiro show do Wry, serão disponibilizados para download gratuíto, em local ainda a definir, os álbuns The Long-term Memory of an Experience e o National Indie Hits, além de bootlegs ao vivo e remixes. Fiquem ligados.
“Nada impede que realizemos outros projetos musicais, então fiquem atentos e apareçam no Asteroid”
Mario Bross
SERVIÇO:
Festa Satellite Club com WRY no Asteroid
Data: Sábado, 29 de maio de 2010
Horário: a partir das 22h.
Preço: entrada R$10 ou consumação de R$25
Aceitamos: Visa / Mastercard
Com banheiro para cadeirante e amplo espaço externo para fumantes.
Somente maiores de 18 anos
O Satellite Club, acontece todos os sábados no Asteroid, e conta com a presença dos DJs Mário Bross, Talita Andrade e Poe Bellentani que comandam a balada após o show com muito indie rock, eletro, shoegaze e pop.
R. Aparecida, 737 | Santa Rosália | Sorocaba/SP | 18095-000 | Telefone: 15 3329.2767 | Info: contato@asteroid.art.br ou http://asteroid.art.br
BH Jazz Festival

No dia 30 de maio, domingo, das 16 às 22 horas acontecerá na Praça da Liberdade a primeira edição do BH JAZZ FESTIVAL. Trata-se de um charmoso festival de jazz que tem na organização e curadoria nomes como Edgard Radesca, diretor da casa de jazz paulista Bourbon Street e responsável por importantes festivais no circuito Rio e São Paulo; Túlio Mourão, curador do festival, é músico, instrumentista e compositor de importante carreira artística nacional e internacional; e Lúcio Oliveira, responsável pela realização do evento é diretor da Artbhz uma das produtoras de shows mais respeitadas do showbiss nacional, já realizou centenas de shows e festivais em diversos estados do Brasil. O BH JAZZ FESTIVAL tem patrocínio da AMBEV – Cerveja Stella Artois.
Cartão postal da cidade, a escolha da Praça, foi para confirmar e festejar, agora que ela se tornou Circuito Cultural Praça da Liberdade. Todo gratuito, o BH JAZZ FESTIVAL tem na sua programação grandes nomes do jazz internacional, como:
Victor Brooks (www.myspace.com/victorbrooks): Soulman de Los Angeles, o cantor e compositor Victor Brooks faz uma deliciosa mistura de ritmos. Dividindo seu show com músicas próprias, sucessos de gênios da soul music americana e muito “funksambalanço” nacional, Brooks contagia o público em um show surpreendente e dançante, de não deixar ninguém parado. Com uma música extremamente admirada e elogiada, e unindo sua voz poderosa e um suíngue irresistível, Victor faz um show marcado pelo ritmo da melhor soul music. Prova disso é seu primeiro álbum solo “Samba Soul”. No repertório, músicas como, Where do we go, Never can say goodbye, Let’s go it on de Marvin Gaye, Fisrt, Last, Everything de Barry White.
Julie Mcknight (www.myspace.com/juliemcknight): A versatilidade de Julie como estilista vocal também foi colocada na linha de frente neste ano. Com o seu amor para todos os tipos de gêneros musicais, só podemos antecipar que o melhor ainda está para vir.
Tem sua voz descrita como alma, grande, poderosa e profunda com tons de oceano. Quando você a ouve cantar, você não esta ouvindo apenas a música, mas sente a experiência a cada nota.
Glen David Andrews (www.glendavidandrewsband.com/ www.myspace.com/glendavidandrewsband): Glen David Andrews, 28 anos, manifesta sua herança musical melhor do que qualquer um da sua geração. Com um estilo que mescla a tradição do Jazz de New Orleans com um som mais Funk e antenado das Brass Bands atuais, esse “superstar” regional está levando seus vocais elétricos, suas letras tocantes e o som poderoso de seu trombone de New Orleans para o resto do mundo. Andrews esteve pela primeira no Brasil em 2009 para se apresentar no Bourbon Street Fest.
Túlio Mourão e Léo Gandelman: (www.tuliomourao.com.br/ www.myspace.com/tuliomourao) -(www.leogandelman.com.br/ www.myspace.com/leogandelman) Alem da afinidade e admiração mútua unindo Túlio e o convidado Leo Gandelman, cada um com significativa trajetória na cena musical brasileira, também a uni-los há o traço marcante da sensibilidade, a valorização da melodia, a técnica requintada e a identificação com trilhas e audiovisuais. O formato do espetáculo mostra o músico executando temas destacados de sua autoria em filmes além de temas conhecidos dos grandes mestres da música do cinema internacional.
A formação de quarteto – bateria, piano, violão/guitarra, baixo - disponibiliza riqueza de timbres e tessituras sonoras, propiciando dinâmicas que vão do delicado ao épico para remeter à variada gama de emoções e ao relevo psicológico dos filmes.
A carreira de sucesso de Leo Gandelman, que o confirma como um dos mais completos e versáteis instrumentistas brasileiros contemporâneos inclui 10 CDs solos, prêmios, presença em festivais internacionais, trilhas para cinema e TV e ainda apresentação de programa de rádio.
Jazz a Zero (www.myspace.com/jazzazero) - Composto pelos músicos Vagner Faria, Edvaldo Ilzo, Bernardo Rodrigues e Renato Saldanha, o Jazz a Zero está em evidência entre os nomes da nova geração da produção cultural mineira. Prezando a música instrumental de qualidade, o grupo apresenta uma grande versatilidade em termos de repertório, arranjos e performance. As influências do jazz e da MPB são marcantes, o que se mostra claramente nas apresentações do Jazz a Zero. Entretanto, a sintonia e entrosamento no que se refere às suas principais referências musicais não excluem a pluralidade e diversidade, presentes no modo como cada um absorve as influências dos diversos estilos.
O BH JAZZ FESTIVAL conta com a parceria com o Bourbon Festival Paraty, evento realizado na histórica cidade litorânea fluminense.
Outras informações: www.artbhz.com.br
Gustavo Portela - Fortaleza - 23.05.10

Foto: Régis Capibaribe
O projeto é a permissão que Gustavo Portela teve para fazer tudo dentro do estúdio: tocar, criar, arranjar, dirigir, um pouco de cada coisa. O que tinha tudo para ser um projeto solo convencional teve outra lógica. Movimento é um disco coletivo. Um trabalho atual, feito do modo “2.0” – termo adotado para designar a cultura colaborativa hoje tão comum em tempos consolidados pela Internet. O disco conta com a participação de músicos e intérpretes da música brasileira feita no Ceará. São 11 faixas reunindo convidados sob a influência da música tradicional à contemporânea, da nova MPB ao rock independente, do samba à música de baile. Tudo repaginado por sintetizadores, naipe de metais, dentre outras várias combinações de arranjos.
Movimento traz a co-autoria de Adelson Viana (acordeom), Aldenor Paiva (voz), Andréa Manoel (voz), Andréa Piol (voz/ Encarne), A Pessoa Bob (acordeom/ violão), Cristiano Pinho (cavaquinho), Daniel Groove (voz/ O Sonso), Danilo Guilherme (baixo/ III Dan), Denílson Lopes (bateria), Éden Barbosa (guitarra/ Meu Amigo Imaginarium), Ferreira Júnior (sax), Hoto Júnior (percussão), Kibe (bateria/ Fóssil), Igor Caracas (percussão/ Breculê), Jean Fernandes (piano), João Leão (sintetizadores), Jorge Lima (violoncello); Juliana Roza, Lorena Chagas e Samira Carvalho (vozes do Fulô da Aurora); Lucas Ribeiro (baixo), Márcio Rezende (sax), Mariano (voz/ argentino radicado em Canoa Quebrada/CE), Pádua Pires (cordas), Pantico Rocha (bateria e voz), Paulo Façanha (voz/ carreira solo), Piter Ernandis (trompete), Régis Damasceno (baixo/ Cidadão Instigado), Ricardo Abreu (flughel), Rômulo Santiago (trombone), Tiago Sousa (trompete), Vitor Colares (guitarra/ Fóssil), Vitoriano (voz/ carreira solo) e Zoo (voz/ Alegoria da Caverna).
De novembro/2009 a Janeiro/2010, todos eles passaram pelo crivo do estúdio Planeta, no Dionísio Torres, em Fortaleza, e tiveram suas passagens documentadas pelo blog “Gustavo em Movimento” (www.gustavomov.blogspot.com), assinado pelo jornalista Felipe Gurgel – um making of das gravações do disco e espaço de interatividade online entre a construção do trabalho e o público. O projeto conta com o apoio da Secretaria da Cultura do Ceará (Secult – CE), através do I Edital de Incentivo às Artes para Pessoas com Deficiência.
Tom Zé - Belo Horizonte - 08.05.10

BELO HORIZONTE, SERRARIA SOUZA PINTO
Tom Zé se apresenta às 21h30 de sábado, dia 8, na Serraria Souza Pinto, integrando a programação do Festival Internacional do Teatro de Objetos. Ele estará acompanhado por seu grupo musical. Alguns dos integrantes trabalham com ele há décadas, numa vivência que tem como resultado integração de trabalho excepcional.
São eles: Lauro Léllis, baterista; Cristina Carneiro, vocal e teclados; Daniel Maia, guitarra e vocal; Luanda, cantora; Renato Léllis, baixo e vocal; Jarbas Mariz, cavaquinho, percussão, viola 12 cordas. Em certos números, eles tocam instrumentos especiais.
Sobre sua participação no festival, Tom Zé diz: “Minha obsessão por trabalhar com objetos sempre foi tão grande que fui convidado agora para um show ligado a essa temática, me surpreendo ao ver que estou com quase tudo na mão. Alguns ‘objetos’ são sutis, como o frágil limite entre ruído e som. Outros, como o esmeril, são quase atropeladores.”
More fun
In-Edit Brasil: Festival Internacional do Documentário Musical

Está de volta o In-Edit Brasil, Festival Internacional do Documentário Musical. Uma iniciativa que começou em Barcelona há 8 anos e já dá volta ao mundo.
Com patrocínio da Natura para toda a programação nacional, agrupada no segmento PANORAMA BRASILEIRO, a 2ª edição do In-Edit Brasil acontece de 18 a 28 março em São Paulo – no MIS, Cine Olido, CineSESC, HSBC Belas Artes, Matilha Cultural, Auditório Ibirapuera e Instituto Cervantes – e de 2 a 8 de abril no Rio de Janeiro, no Espaço Museu da República.
Os preços dos ingressos variam de R$1 a R$12 (inteira) e R$ 0,50 a R$ 6 (meia), com mais de 20% das sessões inteiramente gratuitas.
No PANORAMA BRASILEIRO, o festival reúne um total de 46 títulos nacionais, entre longas, médias e curtas, além de promover debates, encontros e apresentações musicais.
Entre os filmes, destaque para os 6 longas da Competição Nacional, todos inéditos no circuito comercial. O filme vencedor é escolhido por votação popular e ingressa no circuito In-Edit de festivais pelo mundo.
Os outros títulos do PANORAMA BRASILEIRO se dividem em 4 mostras:
Na Mostra Brasil, 9 filmes compõem um painel amplo e representativo da produção nacional mais recente.
Na Retrospectiva Brasil, 1 título histórico e 7 filmes entre os mais importantes dos últimos 15 anos serão exibidos e seguidos de debate com o diretor e personalidades relacionadas às obras.
A seção Brasil.doc mostrará a vitalidade da produção independente, com foco em temas e personagens pouco valorizados pela mídia e indústria cultural.
A mostra Curta Um Som exibirá 12 dos melhores curtas da atualidade, reunidos em 4 sessões temáticas.
O PANORAMA MUNDIAL reúne, na mostra Docs Internacionais, 20 títulos dentre os melhores exibidos nos maiores eventos cinematográficos do mundo. Destaque para a grande sensação dos festivais em 2009, “Anvil – The Story of Anvil”; o até agora inédito show do Led Zeppelin “Live at Royal Albert Hall”, gravado em janeiro de 1970; a belíssima aventura da Filarmônica de Berlim pelo Oriente, no filme “Trip To Asia”; a história do rap na Palestina, em “Slingshot Hip Hop”; e a viagem de um jazzmanaustraliano em busca dos sons e os sentidos da música coreana, no impactante “Intangible Asset Number 82”.
Complementam o PANORAMA MUNDIAL a Mostra Sanchez-Montes, com 3 títulos do diretor espanhol sobre artistas lendários da música ibero-americana e a Mostra Peter Whitehead, com 3 filmes deste pioneiro da linguagem musical no cinema.
Mas o In-Edit Brasil não é só cinema. O espectador poderá conversar com os diretores, conhecer os protagonistas, discutir com especialistas e assistir a apresentações musicais na própria sala de cinema.
Programação completa em: http://in-edit-brasil.com/2010/
