Category Archives: Reviews de Cds

Joanna Newsom: o desafio de “Have One On Me”

Não sei que espécie de encanto fez de Joanna Newsom o exótico bicho de estimação da imprensa musical internacional, mas o fato é que Newsom foi abençoada com o sucesso – apesar de tudo. A música que cai nas graças

Band Of Joy: o tributo de Robert Plant

Ao contrário de tantos rockstar’s – e Plant foi um dos maiores entre eles – Robert Anthony Plant soube envelhecer. É de se imaginar que quando você atinge o panteão da música pop, crava seu nome na história do século

O que o Iron Maiden ainda tem para oferecer?

Antes de chegar na pergunta do título, pensei “o Iron Maiden ainda é relevante?”. Mas esta é uma indagação obviamente ridícula. Já que, com mais de 30 anos de existência e chegando ao 15 album de estúdio (impressionante média de

Labirinto: Anatema é obra-prima

Salvo engano, é a primeira vez que tasco assim, já no título, um elogio tão extremo para um disco. Tomei cuidado para começar a escrever sobre “Anatema”. Recebi o álbum - virtual e fisicamente - há algumas semanas. Ouvi umas

Further: o Chemical Brothers no automático

A impressão que se tem é que o Chemical Brothers se afundou rápido com o peso de ter lançado dois clássicos instantâneos da música eletrônica na década de 90: “Exit Planet Dust” e “Dig Your Own Hole” permanecem obras únicas,

O Arcade Fire, afinal, é mesmo tudo isso?

Há alguns caminhos pelos quais uma banda sai do nada para se tornar “a melhor da última década” e queridinha de 11 entre 10 críticos e ouvintes. Raramente isso vem acompanhado de boa música. O Arcade Fire foi exceção. Aliado

Aerocirco: azeite pop

Não é de hoje que o Aerocirco conquistou seu espaço entre as principais bandas independentes do país. Com três discos de estúdio e um ao vivo no currículo, a banda catarinense já tem largo repertório de pequenas pérolas pop. Fazendo

LCD Soundsystem: adeus decepcionante

O LCD Soundsystem não conhece fracasso: “Losing My Edge”, “Disco Infiltrator” e “Daft Punk Is Playing At My House” colocaram James Murphy instantaneamente no hall de nomes intocáveis do eletrônico. Não era pra tanto, mas merecido. “Sound Of Silver” bateu