Category Archives: Reviews de Cds

Erykah Badu e o caminho tortuoso do neo-soul

Erykah Badu conquistou o posto de uma das rainhas do neo-soul com “Baduizm”, de 97 e “Mama’s Gun”, de 2000. Título justo. A menina que cresceu ouvindo os maiores ícones da música negra da década de 70 e 80 conseguiu

Karina Buhr – Eu Menti Pra Você

Egressa do Comadre Fulozinha, a baiana Karina Buhr traz essa gostosa carga de quem cresceu no Recife, entre a força da música tradicional local e o boom independente dos anos 90, fragmentado e expandido nos anos 2000. É um disco

Stanley Clarke – Jazz In The Garden

Stanley Clarke ganhou notoriedade mesmo a partir do Return To Forever, grupo montado pelo pianista Chick Corea no início dos anos 70 e que foi fundamental no desenvolvimento do jazz-fusion, com elementos do rock e também da música latina, no

Vampire Weekend: don’t believe the hype

Desde o primeiro álbum o Vampire Weekend foi saudado como a salvação da música da semana. “Contra”, o novo disco, chegou de forma surpreendente no topo dos mais vendidos da Billboard. A definição mais comum do som dos caras é,

Dhi Ribeiro: uma mulher de verdade no samba

Não dá pra negar que dentre essa “nova onda de cantoras da MPB” há talentos que fazem boa música, merecem o espaço e tem seus momentos. Algumas já elogiei aqui, como Tiê. Outras, como Céu, Mariana Aydar e Marina De

A pimenta de Pedro Miranda

Apesar de fortemente elogiado por Caetano Veloso (“Baticum” pode ser uma indicação dessa admiração mútua) o disco “Pimenteira”, do carioca Pedro Miranda, não entrou em 99% das listas de melhores do ano passado. Sequer mereceu atenção maior por parte da mídia

Mos Def – The Ecstatic

Direto ao ponto: “The Ecstatic” é o melhor álbum de hip-hop (e também de música negra de artistas surgidos dos anos 90 pra cá) que ouvi em muito tempo. Mos Def  arrancou elogios intensos com os clássicos instantâneos “Black Star”

Wolfmother: a melhor banda cover do mundo

Com o disco de estreia, em 2005, o Wolfmother saciou a fome do público por uma banda nova de rock que soasse tão bem, com tanta pegada e tesão pela coisa quanto as clássicas. Venceram o Grammy com “Woman”, apareceram