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Trevo Digital: o artista administrando seu próprio negócio

Não, não fui pago pela empresa e este não é um post-jabá. Descobri a Trevo Digital navegando pela rede e está aqui porque simplesmente merece a matéria.

A maioria das lojas virtuais brasileiras ainda são uma piada. Afinal, ninguém gosta de ser “roubado oficialmente” e pagar 2 reais por cada MP3. Pois bem, a Trevo Digital disponibiliza para o próprio artista a possibilidade de vender suas faixas na rede e ele próprio colocar o preço nas mesmas. Do valor, a empresa fica com 20% de cada venda e a única taxa de manutenção são 30 reais anuais.

Ou seja: qualquer banda pode, ela mesma, criar o seu canal de vendas direto com o ouvinte e receber de forma justa por isto. Além disso, colocar músicas na loja não implica em contrato de exclusividade e o artista pode ter um selo ou mesmo vender suas faixas através de outras lojas virtuais, etc.

Do que eu conheço, é a melhor – e talvez inédita – ferramenta do tipo até o momento. Acesse o site para mais detalhes do serviço.

Jornalista investigativo, crítico e escritor. Publico sobre música e cultura desde 2003. Fundei a Movin' Up em 2008. Autor de 3 livros de contos, crônicas e poemas. Vencedor do Prêmio de Excelência Jornalística (2019) da Sociedade Interamericana de Imprensa na categoria “Opinião”. Finalista do V Prêmio Petrobras de Jornalismo (2018).

Published in Cena BR