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Autor: Maurício Angelo

Jornalista investigativo, crítico, pesquisador e escritor. Publico sobre música e cultura desde 2003. Fundei a Movin' Up em 2008. Escrevi 3 livros de contos, crônicas e poemas. Venci o Prêmio de Excelência Jornalística (2019) da Sociedade Interamericana de Imprensa na categoria “Opinião” com ensaio sobre Roger Waters e o "duplipensar brasileiro" na Movin' Up.

Marcelo Jeneci: reconhecimento merecido

Entre os primeiros shows solo, antes do lançamento do disco, quando ainda era apresentado como “o pianista que acompanha Arnaldo Antunes/parceiro de Vanessa da Mata/etc” e a estreia de “Feito Pra Acabar”, que abocanhou todas as listas de melhores de 2010 da crítica especializada junto com Tulipa Ruiz, incluindo a da Movin’ Up (em voto de 40 jornalistas/músicos), Jeneci cresceu bastante.

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Lenine encontra a “nova MPB”

Lenine é o máximo que a MPB mainstream pode chegar no encontro com o rock. E isto, diga-se, é um elogio. Seu som é pesado, realmente pesado para seu estilo, a banda de apoio é excelente, adicionando punch nos acordes tortos e nas estruturas bem trabalhadas do pernambucano. O cabra é bom compositor e também sabe trabalhar com as pessoas certas, não dá pra negar. E aqui me refiro especialmente a Lula Queiroga e Bráulio Tavares, velhos parceiros de composição, fundamentais no som e nas letras de Lenine.

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Ozzy Osbourne: ainda Madman

Além de tudo, Ozzy é o cara que vendeu mais de 100 milhões de discos, um ícone com mais de 40 anos de carreira (e 18 álbuns de estúdio no currículo), um estandarte musical e cultural, gravado no imaginário popular, que fez de tudo: levou a cabo o Ozzfest por muito tempo, um dos maiores festivais itinerantes dos Estados Unidos, expôs tudo que não deveria expor no reality-show “The Osbournes”, lançou a própria biografia e se envolveu em muita, muita coisa.

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