Tag Archives: independente
2010 acabou. Mas a música não.
Do Veia Urbana 2010 acabou… Tem música que vai ficar por um bom tempo na nossa memória e outras nem tanto. Alguns discos e/ou canções vão permanecer como referência para determinados momentos da vida de cada um – para o
Independente BR: pelo fim do oba-oba
Não há nada de absurdo em alguém gostar realmente de uma banda, tecer elogios constantes e cobrir cada passo do grupo como algo fundamentalmente relevante. Aqui neste espaço o melhor exemplo talvez seja os pernambucanos do Nuda. Conheço os caras,
Romulo Fróes – No Chão Sem O Chão
Samba cortante de experimentalismo contido. Pop, jazz, rock na paleta. Destilado forte que desce pela garganta. Letras construídas com precisão. Assim é “No Chão Sem O Chão”, bolachona dupla de 33 faixas (alguma referência religiosa aqui? talvez). Já se falou
Lucas Santtana – Sem Nostalgia
Domingo ensolarado, céu azul, brisa gostosa batendo no lombo, vou finalmente ouvir um dos discos mais comentados do ano: Sem Nostalgia, do baiano-carioca Lucas Santtana. Difícil pensar numa combinação musical melhor. A intenção explícita já no release de tentar subverter
Otto – Certa Manhã Acordei de Sonhos Intranquilos
Acachapante. Que o pé na bunda e as desgraças amorosas em geral são os maiores propulsores artísticos da história humana, não há dúvidas. Otto fez o melhor que podia disto: produziu seu melhor disco, um dos melhores do ano e,
O Iê Iê Iê de Arnaldo Antunes
Antunes sempre cultivou aquela imagem de “acabei de sair do hospício e virei músico”. Vem fazendo isso muito bem ao longo dos anos. E sempre numa carreira solo ascendente desde a saída dos Titãs. Observar o estágio em que cada
Belém é a nova Seattle
Já faz alguns anos que a cena “tecnobrega” do Pará chegou a outros cantos do Brasil. Se não me engano, de 2007 para cá a imprensa “cult” começou a se render ao que era feito lá. Grande parte disso, claro,
Wado: a viagem artística entre Brasil e África
O lançamento de “O Manifesto da Arte Periférica”, em 2001, instantaneamente colocou Wado em lugar de destaque na cena independente brasileira. O disco, elogiado por 11 entre 10 críticos relevantes de todo o país, foi seguido por “Cinema Auditivo”, de
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