Tag Archives: MDD

Melhores de 2010

Nos dois anos anteriores da Movin’ Up as indicações de melhores do ano foram baseadas exclusivamente na opinião deste editor que vos fala. A “eleição” mais relevante desse tipo no Brasil é a do Scream & Yell, que participo desde

2000-2009: o mapa definitivo da década

A década passada ainda está quente, reverberando. E a obsessão com listas é manifesta numa ânsia de traçar um mapa musical completo de uma época, o estado de espírito de uma geração. Muito do que nos afetou, teve impacto, peso.

O branqueamento da música pop?

A lista dos 40 melhores álbuns da década feita pelo Scream & Yell (levando em conta os votos de 68 jornalistas) provocou este comentário do Forastieri. Os negros sumiram da música pop? Conversando sobre tudo isso com o amigo Vinícius

O metal na primeira década do século XXI

Quem gosta de metal não tem absolutamente nada para reclamar da primeira década dos anos 2000 até agora: além de assistirem o renascimento de bandas clássicas, voltando a lançar ótimos álbuns (Iron Maiden e Metallica, as principais), tivemos o surgimento

Melhores da Década: Ray LaMontagne – Till The Sun Turns Black (2006)

Dos diversos filhotes da linhagem de Nick Drake, Tim Buckley, Van Morrison e cia surgidos nos anos 2000 (Bon Iver, Fionn Regan, Damien Rice, etc), Ray LaMontagne sem dúvida é o melhor. Quem conhece os nomes citados já consegue traçar

Os 40 álbuns da década (2000-2009)

Divulgada o resultado da eleição dos 40 melhores álbuns da década feita pelo jornalista Marcelo Costa, do Scream & Yell. Foram computados os votos de 68 votantes. Os principais jornalistas de música do país, dos principais veículos e também gente

Os melhores da década por Tiago L. Garcia

Para alguém, como eu, que possui uma posição abertamente iconoclasta em relação à crítica musical (perda de tempo e de autonomia na minha modesta opinião – acho que as pessoas devem criar os critérios elas mesmas!), para alguém assim listas

Melhores da Década: Wilco – Sky Blue Sky (2007)

“Yankee Hotel Foxtrot”, de 2002, é o mais hypado. Adoro também o experimentalismo claudicante (palavra bonita e adequada) de “A Ghost Is Born” (2004). O último não bateu legal. Foi “Sky Blue Sky”, mesmo,  que me conquistou. Aquela paixão gostosa,