Dingo Bells: um novo marco do pop brasileiro

Por Maurício Angelo Não hoje, mas há bastante tempo, existe sempre aquele frisson inevitável: aquela pressa em ouvir logo um disco e emitir opinião o mais rápido possível. Um disco, um filme, Mais »

True Detective, expectativa e obsessão familiar

Por Maurício Angelo No meu texto sobre a primeira temporada de True Detective, o eixo principal, exposto no título, era: “é tudo sobre pais e filhos, estúpido!”. E de fato era. Essa Mais »

Kamasi Washington, jazz, hip-hop e o fim definitivo dos rótulos

Por Maurício Angelo Talvez o título dessa matéria seja apocalíptico ou mesmo otimista demais. Talvez. O paradoxo se dá na medida em que, sim, rótulos para estilos musicais são necessários, facilmente identificáveis Mais »

“What Happened, Miss Simone?” e o mal que fazemos uns aos outros

Por Maurício Angelo Há uma perplexidade onipresente que transpassa todo o documentário “What Happened, Miss Simone?”, que conta a história de uma das artistas mais únicas que o mundo já conheceu. Nina Mais »

Ao se afundar (de vez) no kitsch, o Tame Impala produz seu melhor trabalho

Os australianos do Tame Impala sempre me pareceram aquela banda que chegou rápido demais ao mainstream da cultura indie – por mais contraditório que isso soe, você sabe exatamente do que estou Mais »

 

Dingo Bells: um novo marco do pop brasileiro

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Por Maurício Angelo Não hoje, mas há bastante tempo, existe sempre aquele frisson inevitável: aquela pressa em ouvir logo um disco e emitir opinião o mais rápido possível. Um disco, um filme, um livro, uma série. Na era da histeria

Melhores faixas de 2015 (até agora)

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Já estamos em agosto: o importante é ouvir música boa. Por hora, separei em quatro playlists o que de melhor foi feito no ano até agora: indie, metal, hip hop e Brasil. Ouça. Tags: Mundo

True Detective, expectativa e obsessão familiar

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Por Maurício Angelo No meu texto sobre a primeira temporada de True Detective, o eixo principal, exposto no título, era: “é tudo sobre pais e filhos, estúpido!”. E de fato era. Essa segunda temporada, então, do primeiro ao último minuto,

Em “A Viagem de James Amaro”, Luiz Biajoni abandona a literatura policial e parte para a estrada

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Por Maurício Angelo Biajoni já não é nenhum novato. Blogueiro da velha guarda – se é que isso existe – carrega cinco livros nas costas: “Vírginia Berlim”, “Buceta”, “Sexo Anal” e “Boquete” (sua trinca de novelas policiais sacanas que foram

Kamasi Washington, jazz, hip-hop e o fim definitivo dos rótulos

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Por Maurício Angelo Talvez o título dessa matéria seja apocalíptico ou mesmo otimista demais. Talvez. O paradoxo se dá na medida em que, sim, rótulos para estilos musicais são necessários, facilmente identificáveis e nunca morrerão. Ao mesmo tempo em que,

Mondo Drag: ótima máquina retrô

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Havia algo de muito familiar na sonoridade do Mondo Drag assim que comecei a escutar seu último disco, auto-intitulado, um dos melhores lançamentos de 2015. Claro: retrô até o osso, totalmente analógico, cheio de referências dos anos 70, tudo ficou

“What Happened, Miss Simone?” e o mal que fazemos uns aos outros

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Por Maurício Angelo Há uma perplexidade onipresente que transpassa todo o documentário “What Happened, Miss Simone?”, que conta a história de uma das artistas mais únicas que o mundo já conheceu. Nina Simone era, sobretudo, um corpo estranho ao meio

Ao se afundar (de vez) no kitsch, o Tame Impala produz seu melhor trabalho

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Os australianos do Tame Impala sempre me pareceram aquela banda que chegou rápido demais ao mainstream da cultura indie – por mais contraditório que isso soe, você sabe exatamente do que estou falando. A “nova banda favorita de todo mundo”